Jornal de Negócios

18 outubro 2005

alteridade(s)



A conversa vai rolando no Guia dos Perplexos. Saber quem somos é uma questão antiga. O mundo é composto por mulheres e homens, não mulheres ou homens. Não existe um andrógino, tipo plasticina universal, que se diferencia depois em homem ou mulher. Na primeira célula já sou feminino ou masculino e, a partir daí, começa o longo caminho da construção das identidades. Se tudo correr bem, talvez acabe a descobrir o outro(a). Com azar, fico em mim, à procura de mim, do outro igual que é (como) eu...

Não é uma abordagem tão profunda como a do Tim ou do josé, mas são os meus cinco cêntimos... Os meus tamancos não dão para maiores alturas.

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