Jornal de Negócios

29 janeiro 2006

Correr atrás do chapéu



Do autor de "O homem que era quinta-feira" um livro com um peculiar sentido de humor, conforme relata o tradutor da edição espanhola, Alberto Manguel: (...) "uma peculiar sensação de felicidade. A sua prosa é o oposto do academismo: é alegre. As palavras resvalam e chispam, como um brinquedo mecânico que tivesse adquirido vida;ricocheteiam as ironias do sentido comum. Para ele a linguagem é como um jogo de construções em que se montam teatros e batalhas" (tradução minha, do tradutor que traduziu, etc...)

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