«Arnie permitiu que um homem cego, numa cadeira de rodas, fosse executado», assim intitula o jornal alemão Bild a notícia da execução de Clarence Ray Allen, un preso de 76 años, cego, surdo e com diabetes.Este preso cumpria uma pena de prisão perpétua por assassínio; em 1980, ainda na cadeia, ordenou a morte de três pessoas, pelo que foi condenado à pena de morte. É o preso mais idoso que se executou neste estado americano, desde que a pena de morte foi reinstaurada, em 1976.
Não faltaram pedidos e campanhas para a comutação da pena, incluindo do Conselho da Europa.
Muita gente sentiu-se levada a protestar pela idade e pelo estado de saúde de Allen.
O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, não comutou a pena pelo que foi executado, com uma injecção letal.
No estado vizinho -
o Oregon - além da pena de morte, também está em vigor a eutanásia. Se alguém com uma doença incurável pedir que o matem, e o confirmar, pelo menos duas vezes em quinze dias, o médico pode prescrever uma dose letal.
Aqui os protestos são ao contrário: protesta-se se o médico for impedido de administrar doses letais, embora a idade e o estado de saúde de muitos dos que são mortos sejam idênticos ao de Clarence Ray Allen, e talvez merecessem a mesma compaixão.
Para lá caminhamos ...
Não faltaram pedidos e campanhas para a comutação da pena, incluindo do Conselho da Europa.
Muita gente sentiu-se levada a protestar pela idade e pelo estado de saúde de Allen.
O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, não comutou a pena pelo que foi executado, com uma injecção letal.
No estado vizinho -
o Oregon - além da pena de morte, também está em vigor a eutanásia. Se alguém com uma doença incurável pedir que o matem, e o confirmar, pelo menos duas vezes em quinze dias, o médico pode prescrever uma dose letal.Aqui os protestos são ao contrário: protesta-se se o médico for impedido de administrar doses letais, embora a idade e o estado de saúde de muitos dos que são mortos sejam idênticos ao de Clarence Ray Allen, e talvez merecessem a mesma compaixão.
Para lá caminhamos ...
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