Jornal de Negócios

06 janeiro 2006

Just like heaven


Um filme "bonito" daqueles que apetece ver, de vez em quando, para aligeirar os dias.

De Mark Waters, para fazer brilhar Reese Witherspoon e Mark Ruffalo.

Um jovem melancólico, David,
aluga um apartamento com vista para a baía de S. Francisco. A proprietária aparece, e então...

95 minutos. Classificado para adultos.
Baseado num romance de Marc Levy, "If Only It Where True".


Em português chamaram-lhe "Enquanto estiveres aí". É por isto que detesto que traduzam os títulos dos filmes. Já para não falar do cartaz horroroso que lhe pintaram.


6 comentários:

  1. Usualmente detesto as traduções. Mas ainda no outro dia, ao ver o Estranho Mundo de Jack, não pude seixar de pensar que funcionava muito mais o título escolhido em português, que o original.

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  2. Traduttore, tradittore (espero não ter errado a grafia...)- em Itália brincam com a sonoridade de "tradutor" e "traidor". Sempre me soam melhor os títulos no original, embora obviamente não podendo dominar todos os idiomas do mundo (nem o do meu país...), preciso de (boas) traduções.
    Mas os títulos, os títulos! Pois se o(s) autor(es, e tanta outra gente, se esforçaram tanto para conseguir aquele efeito (sonoro, onomatopaico, ecoado, colorido).
    "Prontos", sou um bocado cota, já se vê...

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  3. Percebo perfeitamente. Na maior parte dos casos também prefiro o original.
    Mas também é verdade que, sem algumas das excelentes traduções que temos (refiro-me a livros), eu estava bem tramada.

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  4. E ainda a propósito da tradução, não resisto:
    "Pede-se sempre perdão quando se traduz. A tradução, deseje-se ela relevante, bem apropriada ou justa, é sempre uma traição uma perversão uma paixão. Uma experiência impossível. Uma experiência do impossível."
    (E também peço perdão por ter roubado estas palavras a)
    Fernanda Bernardo

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  5. Se me "atira" (salvo seja..) com Profª Fernanda Bernardo, só me resta aprender a hibernar por uns tempos, não vá alguém descobrir que não estou à altura do discurso :-))

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  6. Não atirei, roubei para o oferecer, porque acho o texto belíssimo e muito a propósito.

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