(... continuando ...)Se soubéssemos o que perdemos quando desperdiçamos, directa ou indirectamente, os momentos de convívio com aqueles de quem mais gostamos.
Muitas vezes este desperdício é fuga activa, porque se pensa que são essas pessoas, ou essas circunstancias exteriores, que causam o nosso aborrecimento, ou ansiedade, ou ...
Não entendemos que somos nós próprios que somos, por vezes, inadaptados sociais.
Se soubéssemos o que perdemos quando deixamos escapar-se o momento que passa, como se fosse fumo; mesmo que pareçam momentos desgastantes e cansativos. São a oportunidade de descobrir o valor nos outros, de perceber como os valorizamos (ou não ...), de ser capaz de descobrir o carinho que recebemos, mesmo que seja apenas na forma de um cumprimento amável, ou até de alguém que está ausente e a pensar em nós.
Muita gente sente-se acompanhada, mesmo estando sozinha, porque dá valor ao que estrutura a sua vida. E muitos sentem-se sós, mesmo rodeados de gente, porque apenas valorizam o que satisfaz as suas pretensões.
Será que para aprender o valor do momento presente é preciso estar, pelo menos uns dias, num campo de concentração?
Podemos perfeitamente ficar simplesmente à espera do momento, passivamente, sem perceber que o momento surge se o alimentamos. Isto é, se praticamos (como se fosse para competir nos Jogos) actos (presentes, reais) de entrega aos outros, aumentando ainda mais o valor desses momentos. Não digo que se faça de vez em quando, mas em todos os segundos (os 60 ...) do minuto.
Por favor, tenham cuidado. Lembrem-se que a alguns dos que perderam a capacidade de viver, isto é de dar valor a tudo e todos, o coração congelou-se e, pior ... também a alma.
(mal traduzido e plagiado de «Momentos en el freezer», do arquitecto argentino Gabriel Mario Castagneto.)
Muitas vezes este desperdício é fuga activa, porque se pensa que são essas pessoas, ou essas circunstancias exteriores, que causam o nosso aborrecimento, ou ansiedade, ou ...
Não entendemos que somos nós próprios que somos, por vezes, inadaptados sociais.
Se soubéssemos o que perdemos quando deixamos escapar-se o momento que passa, como se fosse fumo; mesmo que pareçam momentos desgastantes e cansativos. São a oportunidade de descobrir o valor nos outros, de perceber como os valorizamos (ou não ...), de ser capaz de descobrir o carinho que recebemos, mesmo que seja apenas na forma de um cumprimento amável, ou até de alguém que está ausente e a pensar em nós.
Muita gente sente-se acompanhada, mesmo estando sozinha, porque dá valor ao que estrutura a sua vida. E muitos sentem-se sós, mesmo rodeados de gente, porque apenas valorizam o que satisfaz as suas pretensões.
Será que para aprender o valor do momento presente é preciso estar, pelo menos uns dias, num campo de concentração?
Podemos perfeitamente ficar simplesmente à espera do momento, passivamente, sem perceber que o momento surge se o alimentamos. Isto é, se praticamos (como se fosse para competir nos Jogos) actos (presentes, reais) de entrega aos outros, aumentando ainda mais o valor desses momentos. Não digo que se faça de vez em quando, mas em todos os segundos (os 60 ...) do minuto.
Por favor, tenham cuidado. Lembrem-se que a alguns dos que perderam a capacidade de viver, isto é de dar valor a tudo e todos, o coração congelou-se e, pior ... também a alma.
(mal traduzido e plagiado de «Momentos en el freezer», do arquitecto argentino Gabriel Mario Castagneto.)


