
(...) «Sócrates sempre foi defensor de uma forma particular de Estado: aquele que é utilizado para garantir o poder e que serve para colocar a mão visível no mundo económico e social.
Lamenta-se o equívoco: governar Portugal não é mandar em tudo. É confiar na sociedade, nas pessoas e nas empresas.
Para Sócrates o Estado é a mesa do banquete da Família Adams. É por isso que é trágico vê-lo como inocente defensor do Estado contra os delírios neo-liberais que o PSD deixou escorrer a conta-gotas. »(...) (Fernando Sobral, no Jornal de Negócios)
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