Jornal de Negócios

02 agosto 2010

O que ainda falta

(...) «Zita Seabra e Assunção Cristas, durante duas horas, discutiram soluções para o País e o cenário que traçaram foi tudo menos risonho. Desde a iminente e quase inevitável entrada em Portugal do FMI para resolver a crise económica, até à constatação de que o País está na bancarrota e a ser governado por um Executivo que assume atitudes "negacionistas", Zita Seabra e Assunção Cristas mostraram que estão muito preocupadas com o futuro de um País "falido", onde "ninguém quer ir para o poder".




"A maioria dos políticos estão a pensar: se o FMI vier, nós safamo-nos", diz Zita Seabra. "É o melhor que um Governo pode ter para se desculpar", acrescenta Assunção. Mas a ex-deputada do PSD lembra que a entrada do FMI para resolver a situação económica de Portugal "significa reformas mal feitas e feitas por pessoas que não conhecem o País. Vão doer a quem não devia".




A solução, diz, devia ser encontrada pelos próprios portugueses: "devíamos fazer as nossas reformas profundas de forma imediata, com conta peso e medida para não prejudicar mais quem já foi prejudicado, os desempregados e os mais pobres". E aqui a deputada do CDS aponta o dedo o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, lembrando que o grande aumento da despesa aconteceu recentemente "no sector Estado, dentro da própria casa do ministro das Finanças".» (...) ( No Diário Económico)

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