Joseph Stiglitz afirmou, numa conferência que está a decorrer hoje em Moscovo, que a Europa está a enfrentar a actual crise da dívida pública com políticas de austeridade "desastrosas".
O prémio Nobel da Economia considera que as medidas de austeridade adoptadas por alguns países europeus são "excessivas" e "desastrosas" e vão provocar um forte abrandamento económico.
Joseph Stiglitz afirmou, numa conferência que está a decorrer hoje em Moscovo, que a Europa está a enfrentar a actual crise da dívida pública com políticas de austeridade "desastrosas".
O economista defendeu que países como Reino Unido não precisam de medidas de austeridade tão "excessivas" como as que foram adoptadas.
"Já estamos a assistir às consequências destas medidas de austeridade. A implicação mais óbvia é que o crescimento vai abrandar", afirmou Joseph Stiglitz.
O economista não antecipa uma nova recessão económica mas garante que o crescimento económico vai ser mais lento. "As economias europeias vão ser afectadas pelos cortes públicos, que visam reduzir os défices orçamentais, e pela subida das taxas de juro", alertou o prémio Nobel.
Além das medidas de austeridade, a Europa será ainda penalizada pelas pressões inflacionistas provocadas pela subida dos preços dos alimentos e das matérias-primas, acrescentou Joseph Stiglitz.» (...)

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