Jornal de Negócios

07 março 2011

Como previsto ...

 
«As crises têm afectado mais as mulheres e esta não é diferente. O aumento da precariedade laboral feminina está a verificar-se mais entre as contratadas a termo, sobretudo grávidas, puérperas ou lactantes, alerta a presidente da CITE.

As mulheres têm actualmente «uma taxa de desemprego superior» e «têm aumentado exponencialmente os casos de trabalhadoras que não veem os seus contratos renovados», sobretudo grávidas, puérperas e lactantes, denuncia Sandra Ribeiro, há um ano à frente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), organismo sob a tutela do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. » (...)

Isto não é novo, como não é nova a passividade dos que criaram esta  nova forma de exploração da mulher.

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