(...) «Mesmo que tudo corra bem, e no melhor dos cenários, em 2013 a Grécia terá uma dívida de 160% do PIB. É impossível que isto funcione.
Por isso eu acho que a Grécia a certa altura vai ter de restruturar a dívida
. A questão é perceber se é melhor reestruturar agora ou mais tarde. O que mais me preocupa é que os cortes salariais e o aumento de impostos lançaram o país numa recessão mais profunda que o esperado.As receitas fiscais e as contribuições sociais baixaram e é preciso pagar mais em benefícios para o desemprego. Isto criou mais pressão para conseguir mais dinheiro, o que leva a um novo aumento de impostos e a mais recessão.
É um círculo vicioso. Falta um incentivo para a promoção de crescimento.» (…)
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