” (…) Os bancos portugueses tiveram de se sujeitar a um teste de resistência que é muitíssimo mais exigente do que o aplicado, por exemplo, aos bancos alemães. E, mesmo assim, um banco alemão chumbou, tendo-se dado ao luxo de não autorizar a divulgação dos seus resultados. Imagine-se o que não teria acontecido se alguma instituição financeira grega, irlandesa, portuguesa, italiana ou espanhola tivesse também recusado a publicação dos seus números. (…)
Os testes de stress somam-se às alterações das regras de contabilização das contas públicas ou às declarações autenticamente assassinas de alguns líderes europeus sobre os países em dificuldades, como a Grécia, Irlanda e Portugal. Com amigos assim, antes os ditos inimigos da teoria da conspiração. Afinal, Obama já diz que não é Portugal.(...) "
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