De facto a desproporção de nascimentos, por causa da discriminação do sexo dos bebés abortados, nalguns países europeus é equivalente à que se encontra na China e na Índia, onde há muito tempo a prática do aborto seletivo é usada.
Foi pedido aos países membros do Conselho que desenvolvam protocolos que impeçam que o pessoal de saúde "revele" o sexo dos bebés no útero com o objetivo de evitar o aborto seletivo de meninas.
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