Jornal de Negócios

Mostrar mensagens com a etiqueta Obama. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Obama. Mostrar todas as mensagens

21 novembro 2013

Matar à distância

«A Human Rights Watch lançou uma campanha contra o uso de robôs que matam .

O assunto não é simples. A Administração Obama anunciou o estabelecimento de uma base de drones fora dos EUA, para operar no Sahel, com o objetivo de combater grupos armados islamistas.

Segundo algumas correntes de opinião, o uso atual de "drones" por parte dos EUA é contrário ao direito internacional
Concretamente, os ataques com drones  não respeitam as condições fixadas na Carta da ONU para o uso da força militar, nem o Conselho de Segurança autorizou a intervenção, nem nenhum país solicitou ajuda aos EUA.

(...) Segundo David Kilcullen, especialista em terrorismo, tais ofensivas estão a fomentar "um sentimento de ira que faz juntar a população aos grupos extremistas". 

O assunto ganha cada vez maior relevância, pois também outros países, como Israel, China, Índia ou Rússia, se juntaram à corrida dos drones.

Alguns especialistas militares e de robótica prognosticaram que os robôs militares completamente autónomos, que podem selecionar e atacar objetivos sem intervenção humana, poderiam estar disponíveis dentro de 20 ou 30 anos.

A principal preocupação da Human Rights Watch e da IHRC é o impacto que as armas totalmente autónomas teriam sobre a proteção de civis em tempos de guerra. Por isso, solicitam uma proibição preventiva do seu uso e desenvolvimento, através de um tratado internacional vinculativo. Também recomendam estabelecer um código de conduta para a investigação em robôs militares, a fim de que em todas as etapas do seu desenvolvimento tecnológico se tenham em conta as considerações éticas e legais sobre o seu uso em conflitos armados.

  Os defensores dos robôs pensam que com eles a destruição seria menor
Estes robôs têm os seus defensores, e também por motivos humanitários. John McGinnis, professor de Direito da Universidade Northwestern, defende que tais robôs no campo de batalha "podem conduzir a uma menor destruição, tornando-se uma força civilizadora nas guerras, assim como numa ajuda à civilização na sua luta contra o terrorismo". 

Se isso efetivamente vier a realizar-se algum dia, de qualquer maneira não resolve o problema mas transfere-o. A responsabilidade será de quem definir os critérios de funcionamento dos robôs, que não matarão com fúria sanguinária nem se entregarão à pilhagem, mas atuarão como os tiverem programado.»

19 junho 2013

Filmes sobre fenómenos extraordinários ...

Os reclusos de Guantánamo vivem num espécie de limbo legal, sem os direitos dos prisioneiros de guerra nem os dos presos comuns: Murat Kurnaz, um jovem turco-alemão, esteve internado quase cinco anos no campo de prisioneiros de Guantánamo. 

Submetido a tortura e isolamento, Kurnaz reitere uma e outra vez a sua inocência; finalmente é libertado sem ter feito nenhuma confissão.

"Depois dessa época, aprendi a valorizar as coisas simples, como poder usar meias contra o frio." ...

Quem entra numa prisão destas, sem ser terrorista, pode sair terrorista. No entanto Murat Kurnaz,  não ficou com nenhum sentimento de vingança ... Porquê?


Realizador:Stefan Schaller. Argumento: Stefan Schaller. Intérpretes: Sascha Alexander Gersak, Ben Miles, Marc Hodapp.

04 dezembro 2011

"Dar gás"


O Presidente Obama pede ao Congresso americano que aprove mais uma baixa de impostos para relançar a economia: "agora é tempo carregar no pedal do combustível, não de de pisar no travão". ( ... mais no Wall Street Journal)