«Segundo o Boletim do Emprego Público, no último ano, a Administração Central do Estado perdeu sobretudo professores, educadores de infância, enfermeiros e médicos.
Os ministérios da Educação e da Saúde foram os que mais contribuíram para a redução de mais de 16 mil postos de trabalho entre Junho deste ano e o período homólogo de 2010.O segundo ministério com maior quebra no número de funcionários foi o da Saúde, registando uma diminuição de 4.049 profissionais nas instituições públicas de saúde, dos quais 1.003 eram enfermeiros e 232 eram médicos.» (2011-09-27, no Jornal de Negócios)