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19 junho 2013
Os próprios, falam por si
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08 março 2012
Constanza Miriano explica porque é que gosta dos homens
Constanza Miriano explica porque é que gosta dos homens:
«Gosto dos rapazes porque batem-se selvaticamente à espadeirada disputando o título de Supremo Soberando do Corredor, e cinco segundos depois de se terem matado dividem varonilmente uma garrafa de coca cola, para depois recomeçarem a brincar como se nada fosse.
Gosto deles porque nunca fazem um psicodrama, como as da sua idade, não descem aos abismos angustiantes do desespero só porque alguém "disse que eu sou máááá".
Gosto deles porque o máximo de vingança de que são capazes é um pontapé, e nunca se dedicam a fazer comentários perversos a meia voz sobre a cor da camisola da sua inimiga nas suas costas.
Gosto deles porque são o modelo utilitário, o Fiat 127 do género humano: sem opcionais, mas sólidos e imprescindíveis.
Gostos dos homens quando armam mesas, remendam as paredes com betume, encontram caminhos e desencantam soluções. Quando não querem parar para perguntar onde fica a rua e, apesar de darem seis voltas à praça, acabam por encontrá-la, mantendo uma atitude condigna.
Gosto deles mesmo se fazem perguntas e, quando ela começa a responder, saem da sala.
Gosto deles quando, interrogados com um "lembras-te do que te disse ontem sobre a Ana Luísa?", com o olhar perdido no vazio rebuscam afanosamente a memória e fingem lembrar-se perfeitamente e respondem com monossílabos que não os atraiçoem, que não denunciem
que, do segredo sobre a amiga, esqueceram tudo no preciso momento em que você lho confiou solenemente.
Gosto do homem mesmo quando tem o olhar abstraído, se fecha no silêncio, e no breve tempo que você se convence, numa escalada de pessimismo, que acabará por lhe dizer que a vossa relação chegou ao fim, eles, na realidade, elaboraram complexos pensamentos do género:
sou bem capaz de mandar vir uma pizza; este sofá é incómodo; esperemos que demitam o treinador.
Gosto dos homens porque sem as mulheres são totalmente inábeis para a vida social, andam no mundo perdidos e desadaptados. Gosto deles porque nos fazem sentir indispensáveis.
Gosto da forma como escrevem, como falam, como cantam. Gosto deles porque realmente têm gosto pela música, pela arquitectura, pela arte.
Gosto dos homens porque sabem manter uma visão do todo, e analisar lucidamente a economia global, mas não conseguem conceber um plano estratégico que consiga conciliar pediatra, aula de dança e lanche.
Gosto deles mesmo quando, conscientes do amor da sua predilecta – que gasta horas a tentar manter um aceitável nível estético, fazer manicure, perfurmar-se e depilar-se -, vagueiam pela casa em roupas desalinhadas.
Gosto deles mesmo quando deitam as chaves de casa no caixote do lixo, confundem os dias da semana e os amigos dos filhos, trazem para casa, orgulhosos, sacos de compras cheios de objectos inúteis.
Gosto deles porque não se perdem em minúcias, sabem manter a bússola direita, e permanecer lúcidos e razoáveis e confiáveis, quando nós nos precipitamos nos redemoinhos misteriosos que trazemos dentro.
Gosto deles porque fazem o trabalho pesado por nós, e quando complicamos demasiado as coisas, sabem parecer, no momento certo, o lacónico e sábio grande chefe Boi Sentado.
Gosto dos homens porque eles são a nossa prenda do dia 8 de março.»
15 janeiro 2011
"Quando as mulheres desaparecerem"
«Ecografia e aborto seguro costumam ser apresentados como actos médicos que supõem um progresso para a mulher. Na Ásia, porém, são uma combinação letal, que está a ser utilizada em larga escala para eliminar milhões de raparigas, a ponto de existir já um desequilíbrio de sexos em gigantes demográficos como a Índia e a China.» (...) «Este livro de Bénédict Manier, ["Quando as mulheres desaparecerem", Ed. La Decouverte, 2008] que ressuma indignação moral em muitas das suas páginas, torna inevitável colocarmo-nos uma pergunta: se em vez de existir na Ásia, devido ao aborto selectivo, um défice de cem milhões de mulheres, faltassem 50 milhões de meninas e 50 milhões de meninos, já se não levantava nenhum problema?»
«Numa população normal, nascem aproximadamente 105 rapazes por cada 100 raparigas, proporção que depois se equilibra devido à maior mortalidade masculina. Mas na Ásia as coisas são diferentes. Na Índia nascem 112 meninos por cada 100 meninas, o que, segundo o censo de 2001, traz como consequência haver 93,3 mulheres por cada 100 homens. Isto supõe um défice de cerca de 35 milhões de mulheres, cifra nunca antes alcançada nesse país. Atendendo a que esse défice se acentua nas gerações mais jovens, isso significa que a o número de raparigas eliminadas tem crescido.
Também na China se verifica uma evolução semelhante na esteira de uma sociedade mais masculina. Aí nascem 117 meninos por cada 100 meninas. O censo do ano 2000 apresentava, numa população total de um milhão e trezentos mil, aproximadamente 36 milhões de mulheres a menos que homens. Mas a eliminação de meninas deveria mesmo ter sido superior, tendo em conta que muitas nascem e morrem sem ser registadas.» (Retirado de Aceprensa.pt)
O problema também já chegou à Europa, sobretudo nos países nórdicos, bem como ao Canadá e EUA.
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