Jornal de Negócios

Mostrar mensagens com a etiqueta mentiras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mentiras. Mostrar todas as mensagens

18 janeiro 2013

É oficial: há médicos a mais ...

Pela primeira vez, o Governo inscreve no memorando "professores" e "profissionais da Saúde" como os alvos principais no âmbito da nova bolsa de excedentários que será criada já este ano com o objetivo de reduzir o número de funcionários e a despesa pública.

24 janeiro 2012

Voltamos ao tempo da resistência


JPP: «No meio do exercício de absoluta banalidade,-  o poder gosta da banalidade, - em que tudo foi mau, as declarações irrelevantes, a música mal ensaiada, o tipicismo de uma cozinheira angolana destinado a dar cor local, num hotel de luxo que seria um melhor retrato da realidade angolana, e de umas conversetas sobre “cultura” ao nível daquelas galerias de arte que vendem reproduções de um menino a chorar, lá houve uma pergunta mais que estudada, mais que prudente, mais que temerosa, sobre a corrupção, quase como se se pedisse desculpa de a fazer.
Que a pergunta era um proforma, provavelmente negociado com o ministro (ele próprio envolvido em vários casos de corrupção),  está na forma artificial como tudo se desenvolveu, como se tudo fosse apenas um problema de “percepção” de estrangeiros que não conhecem Angola. Sim, havia de facto alguma corrupção, mas isso devia-se à burocracia. Sim, havia de facto alguma corrupção, mas isso devia-se à juventude do país e à guerra. Sim, era um “problema doméstico”, mas já há umas leis excelentes e duras que permitem combatê-la. 

Na sala estavam vários exemplos de gente que ganha umas centenas de dólares de salário formal e detêm fortunas de milhões. Isto num país em que a maioria da população vive na miséria e em que não há verdadeira indústria, apenas rendimentos de petróleo ou diamantes, controlados na sua distribuição pelo MPLA e pelo Presidente da República e a sua entourage.» (...) No Abrupto.

27 abril 2011

Os tapumes da pobreza

No Economia & Finanças:

(...) «na pior conjuntura económica em muitos anos, se olhássemos apenas para a despesa do Estado em apoios sociais teríamos uma imagem completamente distorcida da realidade nacional.

Na altura em que mais era necessário o Estado estar presente, esse mesmo Estado sai de cena mais rapidamente do que em tempo de vacas menos magras. Esta é uma das perversões da má gestão da coisa pública.

Além de podermos discutir que o Estado não cortou primeiro onde devia, parece também evidente que os cortes terão de ser generalizados, limitando a possibilidade de ser o estabilizador social que se desejava.

Vale a pena ter em mente estes números sempre que algum grupo, corporação ou beneficiado vier apresentar as suas sãs razões para ser poupado à melhor gestão dos dinheiros públicos.

O referencial de comparação deve ser este: o dos portugueses que estão hoje em situação de penúria total ou muito próximo disso.» (...)

14 abril 2011

O presidente do FMI é socialista

(...) «O presidente do FMI, Dominique Strauss Kahn é um líder socialista, não é um conservador nem é um neoliberal.» (...)

Quem o disse foi Mário Soares: afinal está tudo bem, fica tudo em família :-( 
 
Só ainda não entendi como é que o malandro do líder da oposição que, segundo o PM foi o responsável pela vinda do FMI, foi buscar um socialista?! Ainda acabo a emigrar para a Madeira para poder votar no Dr. Jardim ("Tá tudo louco" no contnente)!

18 março 2011

«Só as ditaduras se justificam pelo "conteúdo"» ...

«O eng. Sócrates comprometeu Portugal em Bruxelas com o PEC IV, sem comunicar coisa alguma ao Parlamento, ao Presidente da República, aos partidos da oposição e aos parceiros sociais.

Quando umas tantas pessoas protestaram, o eng. Sócrates respondeu, indignadamente, que o que lhe importava não era a "forma", era o "conteúdo" do que fizera.

Só em Portugal esta explicação poderia ter passado sem um escândalo maior, ou mesmo sem a demissão imediata do primeiro-ministro. (...) A democracia é "forma". Só as ditaduras se justificam pelo "conteúdo".» (...) Vasco Pulido Valente, no Público.


25 novembro 2010

Há quem diga que faltam Médicos de Família ...

«Chegados ao mês de Novembro, é possível confirmar que muitos recém-especialistas em Medicina Geral e Familiar (MGF) cujo período de especialização terminou em Janeiro/Fevereiro deste ano não tiveram ainda a possibilidade de assinar um contrato com a sua entidade empregadora, ou seja, com a respectiva Administração Regional de Saúde (ARS).» (...)