
Na Universidade Autónoma de Barcelona, cientistas do Centro de medicina Regenerativa e do Departamento de Genética, em parceria com o Instituto Salk, na California, usaram células da pele de doentes com Anemia de Fanconi, que depois de reprogramadas (células iPS), foram implantadas em doentes com anemia hereditária de Fanconi, com inicio da produção de células sanguíneas normais.
Embora este trabalho, publicado na edição online da Nature de 31 de Maio, ainda esteja na fase experimental, é a primeira vez que se consegue gerar células saudáveis a partir de células dos próprios doentes, ultrapassando os problemas da compatibilidade e da rejeição que surgem quando se usam células alheias.
"Ainda é cedo para se falar de cura de doentes", explica um dos investigadores. "Para já apenas «curámos» uma célula, mas se se provar que este método pode ser aplicado clinicamente", não haverá limites ao que poderemos fazer.
Embora este trabalho, publicado na edição online da Nature de 31 de Maio, ainda esteja na fase experimental, é a primeira vez que se consegue gerar células saudáveis a partir de células dos próprios doentes, ultrapassando os problemas da compatibilidade e da rejeição que surgem quando se usam células alheias.
"Ainda é cedo para se falar de cura de doentes", explica um dos investigadores. "Para já apenas «curámos» uma célula, mas se se provar que este método pode ser aplicado clinicamente", não haverá limites ao que poderemos fazer.










