
Não adianta pensar que «tudo está bem, só pelo facto de que fomos nós próprios a fazê-lo (e nós nunca falhamos) ...
Trata-se é de não nos tratarmos com uma dureza desproporcionada. Somos quem somos e, ao fim e ao cabo, somos o amigo mais próximo de nós próprios.
Não podemos fechar os olhos a tudo o que há em nós e que podia, ou devia, melhorar. Mas não nos obrigaremos a isso através do auto-desprezo ou da auto-punição. (...)
Reconheçamos o que há de bo
m em nós, sem foguetório, nem entusiasmos balofos. Mas se temos motivos para estar orgulhosos então caramba!, vamos estar orgulhosos.»
Transcrito de Paloma Gomez Borrero, . La Alegria. Ed. Martinez Roca, Barcelona, 2000)
Trata-se é de não nos tratarmos com uma dureza desproporcionada. Somos quem somos e, ao fim e ao cabo, somos o amigo mais próximo de nós próprios.
Não podemos fechar os olhos a tudo o que há em nós e que podia, ou devia, melhorar. Mas não nos obrigaremos a isso através do auto-desprezo ou da auto-punição. (...)
Reconheçamos o que há de bo
m em nós, sem foguetório, nem entusiasmos balofos. Mas se temos motivos para estar orgulhosos então caramba!, vamos estar orgulhosos.»Transcrito de Paloma Gomez Borrero, . La Alegria. Ed. Martinez Roca, Barcelona, 2000)












