
Pelos vistos agora há quem se queixe de que as mulheres optaram pelo aborto de modo habitual.
Pelos vistos agora há quem reclame que as mulheres "que fazem mais do que um aborto deviam começar a pagar pela segunda interrupção".
Ou seja, só é perigoso o aborto clandestino na 1ª vez. Nas vezes seguintes o aborto clandestino já será excelente!
Ou seja, a opção da mulher é de respeitar quando elimina o primeiro filho, passa a ser pouco respeitável nos seguintes.
Ou seja, criticar quem aborta é uma intolerância, no primeiro aborto, e um dever no segundo? (Será preciso pedir o registo clínico às senhoras antes de tomar posição?)
Por outro lado, os dados da Direcção Geral de Saúde já diziam que nos anos de 2003, 2004 e 2005, PRÉVIOS à liberalização do aborto, os registos de "perfurações do útero / outros órgãos", eram zero.
Em 2006, registam 1 caso, e em 2007, o ano da liberalização do aborto, registaram doze (12).
(Direcção Geral de Saúde, Episódios de Internamento por aborto espontâneo e IVG, Quadro III).
Portanto, esta gente tem agora ataques de moralismo público em nome de quê?
Pelos vistos agora há quem reclame que as mulheres "que fazem mais do que um aborto deviam começar a pagar pela segunda interrupção".
Ou seja, só é perigoso o aborto clandestino na 1ª vez. Nas vezes seguintes o aborto clandestino já será excelente!
Ou seja, a opção da mulher é de respeitar quando elimina o primeiro filho, passa a ser pouco respeitável nos seguintes.
Ou seja, criticar quem aborta é uma intolerância, no primeiro aborto, e um dever no segundo? (Será preciso pedir o registo clínico às senhoras antes de tomar posição?)
Por outro lado, os dados da Direcção Geral de Saúde já diziam que nos anos de 2003, 2004 e 2005, PRÉVIOS à liberalização do aborto, os registos de "perfurações do útero / outros órgãos", eram zero.
Em 2006, registam 1 caso, e em 2007, o ano da liberalização do aborto, registaram doze (12).
(Direcção Geral de Saúde, Episódios de Internamento por aborto espontâneo e IVG, Quadro III).
Portanto, esta gente tem agora ataques de moralismo público em nome de quê?














