No jornal Público, de 9 de Janeiro de 2009, vinha uma notícia sobre alegadas mensagens pedófilas que passaram no teletexto da SIC e TVI "que podem indiciar a prática de crimes de abuso sexual de crianças, actos sexuais com adolescentes ou de recurso à prostituição de menores".
Ontem, 1 de Dezembro de 2009, «a Entidade Reguladora para a Comunicação Social emitiu (...) uma deliberação onde intima os “operadores de distribuição de televisão nacionais” a cumprir com a lei não disponibilizando conteúdos pornográficos sem acesso condicionado.» (notícia no Público, 2-12-2009)
É preocupante, mas a condenação destas práticas não é uma questão tão consensual como pode parecer. O próprio jornal Público, no dia 24 de Dezembro de 2008, em caixa destacada e assinada por um seu colaborador, escrevia:
(...)
Para os defensores da "teoria de género", o sexo com menores é apenas uma consequencia "natural" da liberdade de escolha. Aliás chamam-lhe "sexo intergeracional", não pedofilia ou pederastia (que são nomes "feios"), como tem vindo a ser defendido há bastante tempo pela NAMBLA - North American Man/Boy Love Association (Associação Americana pelo Amor entre Homens e Meninos).
Esta Associação já esteve integrada na ILGA - International Lesbian and Gay Association (Associação Internacional de Gays e Lésbicas). Em 1993, a ILGA alcançava o status de membro consultivo na ONU, e aumentaram na sociedade norte-americana as críticas à ligação entre a ILGA e a NAMBLA. A ILGA, desvinculou-se da NAMBLA em 1994. Ainda assim, a ILGA perdeu o seu carácter consultivo na ONU e só o recuperou em Dezembro de 2006.
Na Holanda o NVD, constitui-se como partido (as siglas significam "Amor ao Próximo com Liberdade e Diversidade) e defende a legalização das relações sexuais com menores.
A questão irá estar cada vez mais na agenda mediática, seguindo o princípio de "normalizar" a questão até que a sociedade a aceite.
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) vai ter que fazer melhor do que apenas investigar o teletexto ...
Ontem, 1 de Dezembro de 2009, «a Entidade Reguladora para a Comunicação Social emitiu (...) uma deliberação onde intima os “operadores de distribuição de televisão nacionais” a cumprir com a lei não disponibilizando conteúdos pornográficos sem acesso condicionado.» (notícia no Público, 2-12-2009)
É preocupante, mas a condenação destas práticas não é uma questão tão consensual como pode parecer. O próprio jornal Público, no dia 24 de Dezembro de 2008, em caixa destacada e assinada por um seu colaborador, escrevia:
(...)
"Há quem defenda que a liberdade de expressão não é para toda a gente e que pessoas como o Papa
devem ter tento na língua. Mas eu não concordo. Toda a gente deve ter liberdade de expressão e o Papa em qualquer caso fala apenas para os católicos. Para quem haveria de falar? Se ele me disser que não devo entregar-me às alegrias da pederastia com suecos de dois metros de altura e que calçam o 45, estou-me nas tintas. Ele tem o direito de dizer isso e eu tenho o direito de ir para cama com eles." (...)
devem ter tento na língua. Mas eu não concordo. Toda a gente deve ter liberdade de expressão e o Papa em qualquer caso fala apenas para os católicos. Para quem haveria de falar? Se ele me disser que não devo entregar-me às alegrias da pederastia com suecos de dois metros de altura e que calçam o 45, estou-me nas tintas. Ele tem o direito de dizer isso e eu tenho o direito de ir para cama com eles." (...)Malhar no Papa e nos Católicos vai sendo um desporto aparentemente inócuo, mas entretanto as mensagens negativas e violentas vão fazendo o seu caminho.
Para os defensores da "teoria de género", o sexo com menores é apenas uma consequencia "natural" da liberdade de escolha. Aliás chamam-lhe "sexo intergeracional", não pedofilia ou pederastia (que são nomes "feios"), como tem vindo a ser defendido há bastante tempo pela NAMBLA - North American Man/Boy Love Association (Associação Americana pelo Amor entre Homens e Meninos).
Esta Associação já esteve integrada na ILGA - International Lesbian and Gay Association (Associação Internacional de Gays e Lésbicas). Em 1993, a ILGA alcançava o status de membro consultivo na ONU, e aumentaram na sociedade norte-americana as críticas à ligação entre a ILGA e a NAMBLA. A ILGA, desvinculou-se da NAMBLA em 1994. Ainda assim, a ILGA perdeu o seu carácter consultivo na ONU e só o recuperou em Dezembro de 2006.
Na Holanda o NVD, constitui-se como partido (as siglas significam "Amor ao Próximo com Liberdade e Diversidade) e defende a legalização das relações sexuais com menores.
A questão irá estar cada vez mais na agenda mediática, seguindo o princípio de "normalizar" a questão até que a sociedade a aceite.
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) vai ter que fazer melhor do que apenas investigar o teletexto ...










