Jornal de Negócios

06 maio 2010

«os socialistas não encontram ninguém para prejudicar senão desempregados»

«Perante o ataque especulativo contra a dívida portuguesa, Governo e oposição perceberam finalmente que a situação é grave. Pode-se criticar a lentidão, mas mais vale tarde que nunca.

Quais foram então as medidas tomadas para provar ao mundo a nossa seriedade no combate ao défice? Especulou-se sobre muito mas na reacção inicial foram tocadas apenas duas áreas: o subsídio de desemprego para descer e as grandes obras públicas para manter.

O que mais espanta é a naturalidade com que se tomou esta atitude. Um Governo do Partido Socialista não encontra nada para cortar, num Orçamento de Estado que ocupa metade do produto nacional, a não ser os pagamentos aos desempregados?! Os responsáveis explicaram que as condições de atribuição dos apoios eram demasiado generosas, desincentivando a procura de emprego.

Mas se é assim então deviam ter sido alteradas logo, não quando os mercados duvidaram das contas. Afinal, o desemprego não começou a subir ontem.

Há várias explicações para este comportamento insólito, mas a mais assustadora é a mais plausível. «A nossa classe política (e a oposição não se pode pôr fora) está tão estrangulada pelos interesses instalados que, perante a emergência financeira, vai atingir os mais fracos para não beliscar os poderes superiores.

Esta reacção, muito mais que a instabilidade nos mercados, revela a gravidade da nossa situação.

Quando os socialistas não encontram ninguém para prejudicar senão desempregados, o país está mesmo num grande buraco.
Não económico-financeiro, mas político-moral.

(João César das Neves , no Destak, 5 de Maio, naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt)

03 maio 2010

Até Pacheco Pereira


No Abrupto:

(...) «À falta de anticlericalismo popular, há agora uma nova forma de anticlericalismo intelectual de parte da esquerda "fracturante".

Enquanto não houver um Papa que não seja mulher, lésbica, negra, de preferência não crente, e que vote nos EUA no Obama, os Papas, em particular este, são alvos preferenciais.

E este acirra os ânimos de forma muito especial porque é branco, alemão, conservador, teólogo, e conhece bem demais a impregnação da doutrina cristã pelas variantes na moda desde os anos sessenta de "progressismo" esquerdizante.

A absurda intolerância dos "fracturantes" exerce-se então em toda a sua amplitude.» (...)

29 abril 2010

"Não se preocupe"

"Não se preocupe!", por João César das Neves
em 28-04-2010, no Destak

«A mais recente vítima dos mercados financeiros está a ser a Grécia. Desta vez, como nas telenovelas, somos informados dos próximos capítulos: os especialistas asseguram que Portugal vem a seguir.

O paralelismo entre a situação das duas economias é objectivamente falso. O nosso país, por muito desequilibrado e, sobretudo, desanimado que ande, está longe do «buraco» grego e, sobretudo, do descontrolo a que chegou aquele orçamento. Mas as semelhanças são inegáveis.

A Grécia tem uma longa história de endividamento, manipulação das contas e, pior de tudo, alto grau de contestação, corrupção e bloqueio social. O problema grego assusta mesmo. Portugal tem um nível inferior, mas crescente, do primeiro elemento e, tremendismos à parte, muito menos dos outros. Mas isso chega para merecer o acompanhamento dos credores.

Acima de tudo, um aspecto justifica plenamente o nervosismo dos mercados: o estado de negação do Governo. As declarações dos nossos responsáveis são todas no sentido de desdramatizar. Mas se quem tem de tomar medidas se recusa a ver a questão, isso assusta mesmo. A pior coisa para um credor desconfiado é tentarem convencê-lo de que não há problema. O que seria razoável era admitir a gravidade e mostrar empenho em corrigi-la, como a Irlanda fez. O resto é irresponsabilidade.

O melhor paralelo que conheço está nas conversas com a minha filha adolescente sobre os estudos. Quando lhe faço algum aviso a resposta invariável é: «Oh pai, não se preocupe!». Já lhe expliquei que, quando me diz isso, é que fico mesmo preocupado...»

28 abril 2010

«Os porteiros podiam fazer de ministros, que não se dava por ela»


JPP, no Abrupto: «Os porteiros podiam fazer de ministros, que não se dava por ela»

(...) « Portugal está, apanhado, preso numa rede de mentiras, tecida como se uma multidão de aranhas o mumificasse numa teia para lhe sugar o último dos fluidos e o deixar ali, seco e desfeito, ao vento, até se tornar o pó, de onde todos viemos e para onde todos vamos. Mas a teia nunca esteve tão densa.

O economista estrangeiro que nos pressagiou a bancarrota, provocando a indignação nacionalista que, da direita à esquerda, temos sempre latente entre nós, disse que estávamos num "estado de negação".

Claro que estamos, mas talvez seja pior do que isso, seja a prisão interior num universo feito de tanta mentira que já não sabemos viver doutra maneira, já somos parte de uma mentira tão entrelaçada com as outras que não conseguimos ter sentido nem direcção. Isto das redes é muito moderno, mas as redes não têm direcção, nelas não passa um sentido, uma hierarquia.

A "inteligência das multidões" é muito bonita, mas é para vender produtos, não é para construir sentido, porque as "multidões" só são capazes de sentido quando deixam de o ser. A democracia não é o país das "multidões" que vivem na demagogia e nunca o reino da mentira, o principal dissolvente social, se institucionalizou como um hábito, um quotidiano, uma respiração.

Não é só enganados e querendo ser enganados, é também enganando. Enganando, vivendo num trem de vida sem meios para o pagar. Vivendo no engano da dívida que será o absoluto acordar para os que terão que o pagar. Vivendo num presente de distracções adiando para o futuro a factura. Cada crédito pessoal para comprar uma viagem às Caraíbas, ou um novo plasma, é o sinal da nossa mentira. O tal estado de negação. A web of lies.» (...)

21 abril 2010

«Intolerâncias»

No Correio da Manhã, de 20 de Abril de 2010

Constança Cunha e Sá

«Um Estado laico não é um Estado anti-religioso, incapaz de compreender a dimensão pública da fé.
Como seria de esperar, a visita do Papa a Portugal já deu origem a uma pequena e comovente polémica sobre a tolerância de ponto decretada pelo Governo. Os fanáticos do costume decretaram que pretendiam trabalhar nesses três dias a bem da separação do Estado e da Igreja e – pasme-se – em prol da produtividade nacional que, na sua douta opinião, não pode ser abalada pela visita de um "líder religioso qualquer" que decida deslocar-se ao nosso país.

Até a CIP e as centrais sindicais, esses pilares da nossa economia, se pronunciaram patrioticamente contra a decisão tomada pelo Governo, alertando para a crise em que vivemos e para a necessidade dos funcionários públicos contribuírem, com o seu trabalho, para o aumento da produtividade e para o desenvolvimento da pátria.


É evidente que este reconhecimento súbito do estado em que nos encontramos não deixa de ser salutar, sendo de esperar, nomeadamente por parte dos sindicatos, exemplos futuros de responsabilidade e compreensão pela situação em que se encontram as finanças públicas e a economia portuguesa.

Custa-me a crer que sindicalistas, tão atentos aos custos da visita do Papa, se entretenham depois a promover greves que, para além de não levarem em linha de conta a crise em que nos encontramos, não contribuem certamente para o dito aumento da produtividade.

Tudo isto seria um pouco ridículo – e é – se por trás destes nobres objectivos não se escondesse o velho preconceito contra a Igreja e o zelo anticlerical de meia dúzia de figuras públicas, sempre em busca de crucifixos nas escolas e de outros sinais religiosos no espaço público. Ao contrário do que tem sido dito, o que está em causa não é a neutralidade do Estado em relação às diversas religiões, mas a incapacidade de perceber que, num país de tradição católica, o Papa não é um "líder religioso qualquer", como tem sido amplamente referido.


Pretender equiparar a visita de Bento XVI à visita de qualquer outro líder religioso (hindu ou muçulmano, como já vi defender) é não compreender a realidade portuguesa e desconhecer totalmente a sua história.

Há uma ligação entre o País (e o ocidente, em geral) e a Igreja que um Estado laico deve saber reconhecer. Um Estado laico não é sinónimo de um Estado anti-religioso, incapaz de compreender a dimensão pública da fé.

E a crer nalgumas coisas que por aí têm sido escritas, dá ideia de que o Papa, não lhe sendo retirado o direito de viajar pelo mundo, devia ter, pelo menos, a decência de o fazer clandestinamente. De forma a não importunar ninguém. Porque o problema é que este Papa, em particular, importuna. (Constança Cunha e Sá, Jornalista)

Polónia e Alemanha com taxas de desemprego a descer

Segundo o IESE News, as taxas de desemprego na Alemanha e na Polónia estão a descer e ambos os países têm actualmente taxas menores do que tinham no início da recessão.

De acordo com o Euroindex, na leitura feita pela Adecco e o IESE, o resto do panorama económico global mantém-se cinzento. O Euroindex agrega a informação económica de 7 países, entre os quais Portugal.


Na zona Euro o desemprego irá aumentar em 9 % (cerca de 1 milhão e meio de pessoas) embora este número represente uma desaceleração (a maior nos últimos 18 meses) do desemprego.

A Alemanha é o único país em que a população activa cresceu, embora ligeiramente. (...)

19 abril 2010

até o Vasco Pulido Valente ...

«Em 1936, um historiador alemão que vivia na Catalunha ouviu por acaso um grupo de camponeses que falava sobre a Igreja. Para espanto dele, os camponeses, que tinham assassinado e torturado milhares de católicos, repetiam as críticas dos folhetos contra Roma, distribuídos na Alemanha do século XVI.

Se a Igreja não muda, o anticlericalismo também não. De Lutero ao "Iluminismo" e da grande revolução francesa aos pequenos jacobinos de Portugal e Espanha, que há pouco menos de cem anos queriam ainda, como Voltaire, "esmagar a Infame", a Igreja é invariavelmente acusada pela sua presuntiva riqueza e pelo comportamento sexual do clero.

Agora chegou a vez da pedofilia, porque na sociedade contemporânea a pedofilia se tornou no último crime sexual. Claro que Bento XVI já disse que a pedofilia era um crime, além de ser um pecado, e acrescentou que os padres pedófilos tinham feito mais mal à Igreja do que mil anos de perseguição. Claro que Bento XVI mandou investigar o caso, removeu bispos, suspendeu padres, castigou culpados. Claro que nem ele, nem a Igreja são responsáveis pelas declarações de algumas figuras menores do Vaticano ou da Conferência Episcopal Portuguesa.

Mas, como de costume, a lógica não abala o anticlericalismo. O anticlericalismo decretou que a Igreja intencionalmente encobre (ou encobriu) a pedofilia e não vai mudar. Quem sabe, mesmo à superfície, alguma história sabe que desde o princípio isto foi assim. Ratzinger, que não nasceu ontem, com certeza que não se perturba. Até porque provavelmente percebe que, por detrás do escândalo do encobrimento, está o ódio ao Papa "reaccionário"; ao Papa que se recusou a transigir com a cultura dominante em matérias como o divórcio, o aborto, a homossexualidade, o celibato do clero e a ordenação de mulheres.

Não ocorre ao anticlericalismo que a integridade da Igreja pode exigir essa rigidez, como já mostrou a rápida ruína do anglicanismo. Ratzinger compreende que, sem o apoio do Estado ou influência sobre ele, a Igreja depende essencialmente da convicção e da força com que conseguir conservar a sua doutrina. Qualquer fraqueza a transformará numa instituição vulgar, à mercê da opinião pública e das mudanças do mundo. Isso Bento XVI não quer. Como não quer encobrir a pedofilia.»

Vasco Pulido Valente. Público

Mas não faltarão os surdos do costume ...

Os malandros dos americanos ...

«Segundo uma estimativa tornada pública pelo Centro de Política Fiscal, em Washington, 47% dos residentes nos Estados Unidos da América não irá pagar IRS relativamente aos rendimentos recebidos em 2009.


Os imposto para famílias de rendimentos baixos e médios foram reduzidos tendo resultado na eliminação por completo da tributação do rendimento em sede de IRS para praticamente metade dos contribuintes americanos.


Por exemplo, hoje em dia, uma família com um rendimento anual de 50.000 dólares (aproximadamente 37.500 euros) e com dois filhos menores anos não suporta qualquer IRS.

Nos Estados Unidos, os 10% mais ricos da população suportam 73% dos impostos federais.» (noticia em Impostos-Press)

14 abril 2010

Especialistas em Pediatria dizem que não se nasce homossexual

«Não há evidência científica de que alguém nasça gay ou transexual.

Portanto este Colégio [de Especialidade] adverte que as escolas não devem ensinar, ou deixar implícito, que a atracção sexual é inata, vitalícia ou inalterável.

As investigações demonstraram que as terapias de recuperação da atracção heterossexual são efectivas em muitos casos»
American College of Pediatricians.

Documento integral em inglês, aqui (pdf)

09 abril 2010

Num blogue aqui ao lado: verdades incómodas

Dados numéricos, num blogue aqui ao lado:

(...) «dado "incómodo". O relatório do John Jay College of Criminal Justice faz uma análise temporal aos dados estatísticos. O "pico" dos casos de abuso coincide com o "pico" do número de acusações, e calha no ano de 1980.

A curva que se pode ver na página 28 do dito estudo é ilustrativa: é uma curva em forma de montanha, com uma curva acentuada de crescimento que se nota a partir de 1960. Depois do "pico" de 1980, a curva desce acentuadamente, até 1995, ano em que atinge os valores de 1950.

(...) o comportamento desta curva, que sustenta todos aqueles que têm relacionado este fenómeno com a revolução sexual dos anos 60 e 70, bem como todos os que têm dito, em defesa da Igreja, que desde o final do século passado, a Santa Sé tomou as rédeas deste problema. Olhando para esta curva, característica dos EUA, se os números não mentem, algo aconteceu para esta queda acentuada no número de casos entre 1980 e 1995 (ver ainda o gráfico da página 35).

Ainda outro dado "incómodo". Segundo o mesmo relatório, 80,9% dos casos reportados nos EUA são abusos a rapazes. Para aqueles que juram a pés juntos que este escândalo não tem nada a ver com homosexualidade, estes números frios merecem segunda reflexão...

Os números da Alemanha, outro país alvo da especulação em torno dos padres pedófilos, reportam 210.000 casos de abusos de menores desde 1995. Os casos relacionados com padres ou religiosos da Igreja foram apenas 94 desse total. Falamos de 0,04%!

Os números da Irlanda são graves pelo fenómeno social em si, que envolve muita gente, não apenas padres, e não apenas membros da hierarquia da Igreja Católica. Primeiro, há que ver que o Relatório Ryan contém dados desde 1914. É importante saber o intervalo temporal dos dados recolhidos, para fazermos comparações justas em termos de números absolutos de sacerdotes e de casos de abusos!

No Relatório Ryan temos 1.090 casos de violência contra menores (sexual, física e psicológica). O total de elementos do clero envolvidos nestes casos é de 23 (0,02%). Muitos dos casos de abuso dizem respeito a pessoal auxiliar educativo (professores, contínuos, etc.).

Eu devo confessar que, no início de Março, quando começou esta palhaçada mediática, eu senti-me sinceramente chocado, porque os "media" faziam passar a imagem de um escândalo em larga escala, quer nos crimes sexuais, quer na ocultação. Passado um mês, penso que os "media" e os agentes anti-católicos forçaram demasiado a barra, e caem no descrédito. Foram várias as notícias desmentidas, e toda a campanha mediática tem pés de barro.

Os crimes, apesar de serem todos graves e horríveis, têm uma dimensão bem diferente da que nos querem vender. A montanha pariu um rato. Notícias como esta da Noruega, ainda por cima um país pouco religioso, e da parte que é religiosa, pouco católico, não ajudam a causa anti-católica. Antes pelo contrário: ajudam ao descrédito.

Esta campanha mediática começa a ser vista por aquilo que é: uma palhaçada imoral. Uma difamação em grande escala. Mas o mais grave não está na campanha em si, pois grande parte dela, como todas as campanhas, é movida pelo dinheiro. O que me parece particularmente grave, em tudo isto, é a sanha com que as notícias são lidas e difundidas. Há muita gente que reage indignada (mesmo que secretamente feliz) a estes escândalos, porque é uma oportunidade imperdível para manifestar um ódio profundo à Igreja Católica.

Os críticos da praxe dirão que estou a exagerar, e a fazer dos católicos as vítimas. Sejamos claros: há aqui dois tipos de vítimas: as dos abusos sexuais e as de difamação. Certamente que é um crime muitíssimo mais grave o de abuso sexual, quando comparado com o de difamação. Mas esta justa comparação não nos deve impedir a nós, católicos, de dizermos "basta!" a esta campanha infame.» (...)

É que o ódio anti-católico existe e é bem real. Basta ler, por exemplo, os recentes "posts" de um conhecido blogue nacional, onde pululam corifeus da tribo anti-católica, tribo essa que não tem dado descanso ao teclado nos últimos dias, certamente com um sorriso na cara (sorriso esse que a Internet, felizmente para eles, esconde com eficácia).

Toda esta gente sempre odiou a Igreja Católica. Não a odeiam por causa dos seus rituais, por causa da (treta) da suposta incompatibilidade da religião com a Ciência, não a odeiam por causa de certos erros históricos do passado da Igreja, não a odeiam por causa da sua dimensão à escala global, e não a odeiam por causa do seu imenso trabalho planetário de assistência social.» (...) (http://espectadores.blogspot.com; Bernardo Motta, Duarte Fragoso)

afinal há fronteiras na UE


Depois de alguns autarcas da zona minhota terem acordado com os seus congéneres espanhóis o uso comum dos serviços de saúde da zona galega, o Ministério da Saúde português, através de uma nota informativa da Direcção-Geral da Saúde, avisou que se o fizerem, receberão a factura em casa. O Serviço Nacional de Saúde português não aceita esta opção.

A união europeia, a livre circulação e a liberdade de escolha são, afinal , bandeiras de quem?

08 abril 2010

Coisas práticas


Uma associação de 5 cinco municípios do Alto Minho e 16 da Galiza vai estudar a hipótese de uso comum dos serviços de saúde das duas regiões pelos cidadãos de ambos os lados da fronteira. (Notícia do Expresso)

Parece-me um bom exemplo de união europeia ...

07 abril 2010

contas

Orçamento da ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA para 2010. Rubricas existentes no Orçamento conforme Diário da República (www.dre.pt) nº 28, I série, de 10 de Fevereiro de 2010 - Resolução da Assembleia da República nº 11/2010.

1 - Vencimento de Deputados ..............
..12 milhões e 349 mil Euros

2- Ajudas de Custo de Deputados....
........ 2 milhões e 724 mil Euros

3 - Transportes de Deputados ...........
..... 3 milhões 869 mil Euros

4 - Deslocações e Estadias ............
........ 2 milhões e 363 mil Euros

5 - Assistência Técnica ........................
. 2 milhões e 948 mil Euros

6 - Outros Trabalhos Especializados ....... 3 milhões e 593 mil Euros

7 - Serviço de restaurante, refeitório e cafetaria
... 961 mil Euros

8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares............ 970 mil Euros

9 - Equipamento de Informática .............
2 milhões e 110 mil Euros

10 - Outros Investimentos ............ ....... 2 milhões e 420 mil Euros

11 - Edificios ....................
.................. 2 milhões e 686 mil Euros

12 - Transfer's Diversos ..................... 13 milhões e 506 mil Euros

13 - Subvenção aos PARTIDOS representados na Assembleia da República......... ........................................................16 milhões e 977 mil Euros

14 - Subvenções para CAMPANHAS ELEITORAIS ...3 milhões e 798 mil Euros


TOTAL da DESPESA orçamentada para 2010-
€ 191 405 356,61

Nos termos do disposto no Artigo 148º. da Constituição da República Portuguesa : "A Assembleia da República tem o mínimo de cento e oitenta deputados e o máximo de duzentos e trinta deputados, nos termos da Lei Eleitoral
"

01 abril 2010

a espuma


(...) «numa política cada vez mais dominada pela espectacularização, pelo marketing, pelo soundbite, pela mentira orwelliana, existe de facto uma problema de “verdade” em política, problema puramente político.

E isso é um enorme incómodo para pessoas como Sócrates, mas também para uma comunicação social que vive da espuma dos dias e que comparticipa na mesma espectacularidade que constrói um contínuo entre políticos e jornalistas, cada vez mais iguais nos defeitos.» (...) JPP no Abrupto.