A crise de 2007 foi tornada possível pelo níveis absurdos de expansão dos balanços e endividamento a que chegaram algumas das principais instituições financeiras. Esses níveis de alavancagem não serviram a economia e é discutível que tenham servido os próprios bancos. Beneficiaram, isso sim, os acionistas, que puderam aumentar o seu retorno por ação - diminuindo o capital comprometido.» (...)
(... ) «É estranho que tantos economistas que passam a vida a falar dos incentivos, considerem que é uma boa ideia salvar acionistas, sem condições nem penalizações. Essa ideia não a foram certamente buscar a nenhuma teoria económica que eu conheça.»
(José Gusmão, no Diário Económico)




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